Posts para tag ‘Bienal do Livro’

Borges e os escritores orais

Postado por Ronaldo Pelli em 26 de novembro, às 10:36  |  Comentários (3)
Após ficar cego, Borges "escreveu" com a voz

Após ficar cego, Borges "escreveu" com a voz

Esse título pode parecer até um contrassenso. Um escritor deve… escrever, claro. Mas não é assim tão óbvio. O caso do argentino Jorge Luis Borges é exemplar. Após ficar cego, quando já tinha lançado seus principais livros como Ficções e O Aleph, Borges começou a ditar seus livros para colaboradores.

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Meira, Keen e Shirky e o futuro do jornalismo

Postado por O Livreiro em 16 de outubro, às 19:50  |  Comentário (1)
Silvio Meira - Crédito: Divulgação

Silvio Meira - Foto: Divulgação

Sabe aquela história de que o jornalismo está mal das pernas? De que o futuro do papel é duvidoso e que os jornais estão perdidos, sem saber como lidar (ou seria lucrar?) com o avanço da internet?  Tudo pode até ser verdade, mas o amigo de O Livreiro Silvio Meira, em seu blog Dia a dia, bit a bit aponta para iniciativas de quem, diante da encruzilhada, pelo menos se arrisca a desenvolver projetos e maneiras de lidar com a “crise”. (mais…)

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Feira do Livro de Frankfurt começa nesta quarta

Postado por O Livreiro em 12 de outubro, às 15:57  |  Comentários (2)
Feira do Livro de Frankfurt: sob o signo da polêmica. (Foto:Divulgação)

Feira do Livro de Frankfurt: sob o signo da polêmica. (Foto:Divulgação)

Cerca de 7,3 mil expositores de cem países e aproximadamente 300 mil visitantes, de quarta-feira (14) até domingo (18). Números que deixam qualquer Bienal do Livro com inveja. É a 61a Feira do Livro de Frankfurt, considerada o maior evento editorial do mundo. (mais…)

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Publishers Weekly mapeia mercado editorial brasileiro

Postado por O Livreiro em 6 de outubro, às 11:00  |  Comentários (3)
Bienal das multidões: Meg Cabot e sua legião de fãs. (Foto: Fábio Rossi/O Globo)

Bienal das multidões: Meg Cabot e sua legião de fãs. (Foto: Fábio Rossi/O Globo)

Numa tentativa de entender o mercado editorial brasileiro, um artigo de Lynn Andriani intitulado The other Amazon (A outra Amazônia), da Publishers Weekly, divulgado nesta segunda-feira (05), analisa o impacto da última Bienal do Livro do Rio para o mercado de livros nacional, que tem taxa baixa de leitura, comparável a países menores como Bolívia e Peru. Mas o artigo gringo não é de todo negativo. Pelo contrário. Vê a Bienal com olhar otimista – usando como exemplo a histeria que alguns escritores causaram nos corredores do evento, como Maurício de Souza, Pedro Bandeira e a estrangeira Meg Cabot.

Segundo o artigo, o maior conglomerado editorial brasileiro,  o grupo Record, anunciou novos investimentos que vão duplicar a capacidade de produção nos próximos dois anos. A Câmara Brasileira do Livro (CBL), por sua vez, anunciou ao fim do evento, que o país publicou 13,3% mais livros em 2008 que em 2007.

Mas o curioso do artigo da PW está justamente na análise minuciosa, descritiva, que a jornalista faz da Bienal do Rio, atentando para aspectos prosaicos do evento no olhar de um nativo, mas aparentemente inusitados para uma visão estrangeira. As filas imensas de crianças de escolas e o tratamento de celebridade a que os escritores internacionais foram submetidos, com gritinhos de receptividade e flashes fotográficos por todos os lados, parecem uma realidade nova para Lynn Andriani. (mais…)

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Bienal do Livro: interativa e (ainda) mais popular

Postado por Julio Honaiser em 21 de setembro, às 12:50  |  Sem comentários
Ana Branco

Multidão circula pelas avenidas do Riocentro - Foto: Ana Branco/O Globo

Bienal é o tipo de evento que sempre resulta em descrições superlativas. Acostumado a quebrar seu próprio recorde – e não foi diferente desta vez, com público estimado de 640 mil pessoas em 11 dias – o evento tem o desafio de se reinventar a cada vez. E ele foi bem-sucedido nesta XIV edição, com mais atividades paralelas como debates (além do tradicional Café Literário, a área Mulher e Ponto foi dedicada apenas para o comportamento feminino na escrita); áreas lúdicas (a Floresta de Livro fez sucesso entre as crianças) e presença de artistas populares (a série Livro em Cena contou com gente como Tony Ramos, Marília Pêra e Matheus Nachtergaele).

Com tanto chamariz de público, a lotação foi constante: durante a semana, grupos infinitos de crianças e professoras ensandecidas; no fim de semana, todo tipo de gente disposta a achar seu próximo livro predileto.  No segundo sábado, a organização contabilizou o espantoso número de 100 mil pessoas circulando nos corredores dos três pavilhões.

Com tanta coisa bacana acontecendo ao mesmo tempo, O Livreiro não poderia ficar de fora. (mais…)

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Fãs entrevistam André Vianco

Postado por O Livreiro em 19 de setembro, às 19:42  |  Sem comentários

O Livreiro é feito pelos próprios membros da comunidade. Por isso resolvemos fazer  um link entre a rede social e a Bienal do Livro, onde estamos presentes com cobertura e transmissão ao vivo dos debates.

No penúltimo dia na feira, tivemos uma grande motivação para isso. Aproveitamos a vinda do escritor André Vianco ao evento para aproximá-lo de seus fãs de O Livreiro. Convidamos a estudante pernambucana Ayanne Franciely, que faz parte da comunidade sobre o escritor para entrevistá-lo. Ela aceitou e levou junto a amiga fluminense Daniele Saluti. (mais…)

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Humberto Werneck, o gari da semântica

Postado por Julio Honaiser em 17 de setembro, às 20:42  |  Sem comentários
Humberto Werneck

Humberto Werneck: catando o lixo da semântica (Foto: Romulo Pontes)

É assim que o jornalista e escritor Humberto Werneck costuma se definir quando fala de seu livro recém-lançado, O pai dos burros, que reúne mais de 4.500 expressões espalhadas pelos 2 mil verbetes da obra. Se gari remete a lixo, é possível comparar Werneck com aquelas pessoas que catam bugigangas nos lixões e fazem obras de arte com elas. Ele se aproveita de frases que fazem parte do repertório de todo mundo e que de tão repetidas acabaram virando lugar-comum. Autor de O santo sujo – a vida de Jayme Ovale, eleita pela Associação de Críticos de Arte (APCA) a melhor biografia de 2008, Werneck conversou com O Livreiro no oitavo dia Bienal do Rio sobre clichês. No bate-papo, revelou como um livro pode surgir de uma mania incontrolável, quais os lugares-comuns que mais o irritam e sobre a urgência de ser criativo em um mundo regido por “formas prontas” e  “carimbos do dia-a-dia”. (mais…)

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Troca-troca de livros

Postado por Julio Honaiser em 15 de setembro, às 19:02  |  Comentários (2)

estantevirtual

Um livro que você não vai mais ler por outro que você sempre teve vontade de ter. A lógica é simples e tem feito sucesso na Bienal do Livro, depois que a Estante Virtual, espécie de agregador de sebos na internet, resolveu adotar a política da troca, algo inédito no evento.

A iniciativa de troca de livros da Estante Virtual felizmente é apenas mais uma ação em um número cada vez maior de iniciativas nesse sentido. O sebo virtual tem um programa de troca que mobiliza sebos e participantes via internet. O Livreiro também já falou sobre o assunto, quando preparou uma lista de sites que seguem a proposta da troca, lembrando, inclusive, que a nossa rede social incentiva a troca e a doação de livros.  (mais…)

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Os menores livros do mundo

Postado por Julio Honaiser em 15 de setembro, às 17:02  |  Comentários (8)
<i>Eu te amo</i>, o menor livro do mundo (Foto: Júlio Honaiser)

Eu te amo, o menor livro do mundo (Foto: Júlio Honaiser)

Não se espante se estiver andando desavisado pelos corredores da Bienal do Livro e der de cara com livros que mais parecem terem saído de algum dos mundos de Gulliver, tipo Liliput. Uma das curiosidades do evento são os livros minúsculos (mesmo) no estande da editora peruana de nome autoexplicativo “Os menores livros do mundo”, especializada em versões em microescala de títulos conhecidos da literatura universal. (mais…)

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Matheus Nachtergaele: a emoção de “Vidas Secas”

Postado por Julio Honaiser em 14 de setembro, às 11:56  |  Comentário (1)

A grande atração do evento Livro em Cena deste domingo foi o ator e agora diretor Matheus Nachtergaele. Muito emocionado após recitar o trecho da morte de Baleia, em Vidas Secas, de Graciliano Ramos, (acima, em vídeo do Prosa Online) ele conversou com O Livreiro sobre a relação entre artes cênicas e literatura, sobre a hábito de ler e sobre como virou fã da obra de Graciliano Ramos. (mais…)

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