Livros (e filme) sobre Lula: pode ou não pode?

Postado por Ronaldo Pelli em 24 de novembro, às 10:14 em Notícias  |  Comentários (62)
Os atores Rui Ricardo Diaz e Juliana Baroni estão em "Lula: filho do Brasil"

Os atores Rui Ricardo Diaz e Juliana Baroni estão no filme Lula, filho do Brasil

Como falar publicamente sobre o presidente da república a menos de um ano das próximas eleições? Ou sendo mais direto, é justo / moral / ilegal / engorda lançar livros e filme sobre Lula, enquanto a popularidade dele está lá no alto e agora que vamos começar mais uma corrida para decidir quem será o próximo presidente? Ou, ainda, será que tem gente querendo aproveitar a popularidade dele para vender mais exemplares / ingressos e, por tabela, fazer propaganda para os candidatos apoiados por Lula – já que ele não pode se reeleger outra vez?

Pois, senão, vejamos: Mônica Bergamo falou sobre o lançamento de mais uma biografia lulística: Lula do Brasil: a história completa, do inglês Richard Bourne. Segundo a colunista da Folha de S. Paulo, é a “quarta obra sobre Lula que será badalada nos próximos meses”. Ela enumera: são dois de Denise Paraná (Lula, o filho do Brasil, que é a base do filme homônimo de Fábio Barreto, e o com título quase coincidente: A história de Lula, o filho do Brasil) e um do jornalista Audálio Dantas (O menino Lula).

Isso porque ela esqueceu – ou optou por não falar sobre – os que abordam uma das principais armas de Lula, a oratória – e que foram lançados recentemente. O jornalista Ali Kamel fez um apanhado gigantesco sobre os discursos do presidente para escrever o seu Dicionário Lula – Um presidente exposto por suas próprias palavras. Já o amigo de O Livreiro Marcelo Tas fez uma obra de humor usando bordões presidenciais: Nunca antes na história deste país.

Uma pesquisa rápida aqui em O Livreiro com o nome do atual presidente da República traz 23 títulos. Dos praticamente incólumes, como Lula na literatura de cordel, passando pelos ligeiramente favoráveis, como Lula- um operário na presidência, do companheiro Frei Betto, até os que são abertamente contrários ao presidente, como Lula é minha anta, do jornalista Diogo Mainardi. Há ainda de livros em inglês e espanhol. Sobre o presidente anterior, Fernando Henrique Cardoso, há menos de dez.

Tudo bem que a história de Lula é mais interessante. O menino que veio da pobreza e ascendeu social e politicamente rende muito mais que a vida de um intelectual que deu aulas em Paris. Mas o que está em discussão é a validade da atitude de lançar livros sobre Lula nesse momento: se jornais e TVs têm regras a obedecer em ano eleitoral, por que não há uma lei que impeça de se falar abertamente em livros e no cinema sobre um ator importante no cenário que pode decidir quem será o nosso próximo líder?

Seriam livros e filmes mais inofensivos que os jornais para influenciar opiniões de eleitores? O colunista Elio Gaspari acha que não. Ele chegou até a afirmar que “se Luís Inácio da Silva visse esse filme em 1968, quando era um peão que só pensava em futebol, votaria no PT, em Dilma e nos candidatos indicados por aquele filho porreta de Dona Lindu.”

Já Luiz Carlos Barreto, pai do diretor e produtor do longa, cuja estreia está marcada para janeiro de 2010, tentou fugir da polêmica dizendo que “quem primeiro fez uso eleitoral do filme foi o DEM, que governa Brasília”. Explica-se: o filme foi mostrado pela primeira vez ao público no Distrito Federal. Mas o argumento fica estranho quando se vê a lista de patrocinadores do filme.

A controvérsia é grande e o debate, interessante. Por isso, passamos a palavra para vocês: é ético lançar livros sobre Lula a pouco tempo antes das eleições?

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62 comentários para “Livros (e filme) sobre Lula: pode ou não pode?”

  1. É totalmente anti-ético!!! Se não bastasse a campanha declarada que o Presidente já faz carregando a Ministra/Candidata Dilma por esse país a tira-colo, ainda temos que engolir um filme patrocinado por diversas empresas com rabo preso a financiamentos dados pelo próprio Governo Federal através de estatais. Se fosse o inverso, já estaria berrando pelos quatro cantos do planeta que é ilegal, um absurdo toda essa campanha antes da hora!!! Como é a favor dele, Lula, vale tudo!!! Uma vergonha!!!

    • ANA MARIA disse:

      Querido, Leonardo discordo plenamente com sua colocação. Acho totalmente ÉTICO SIM lançar o filme d lula e eu mau posso esperar para vê-lo. Na verdade acho que existe pessoas que precisa conhecer verdadeiramente a historia do lula, pq de fato acho que foi um dos melhores preseidentes da historia. Uma verdadeira historia de superação O MELHOR PRESIDENTE QUE O BRASIL JA TEVE. Quando a qual ano lançar p/ não influenciar nas eleições… querido, temos eleição a cada dois anos, esperar o que para lançar o filme? Acredito que vc tb concorda com uma minoria que espera o “fulano” morrer para falar dos seus grandes feitos. aCHO QUE VC PRECISA DE VERDADE SE ATUALIZAR MELHOR SOBRE O ANTI – PÓS LULA. SE ATUALIZA AMIGO!!! PELO AMOR DE DEUS!!!!!!!!!

      • Cicero Almeida disse:

        Prezada Ana Maria,

        A questão aqui não é lançar o filme de um político, mas sim lançá-lo neste momento que parece bastante inoportuno. Entendamos bem: Está sendo lançado um filme de um político que ocupa um cargo eletivo de presidente da república, cuja eleição se dá de 4 em 4 anos. Este mesmo político pretende lançar uma candidata como sua sucessora, que indiscutivelmente tenta atrelar sua imagem à figura do atual presidente (Lula) agraciado com este filme, ou melhor, divulgação de sua imagem. Neste sentido, não me parece ético lançar este filme justamente às vésperas da eleição presidencial. Pensando com total isenção, também não seria ético lançar filmes, livros, panfletos de outros candidatos que tenham pretensão ao mesmo cargo, bem como de seus correligionários justamente nesta época. Pergunto então: Porque não lançar o filme logo após a eleição presidencial? Ao meu ver, isto tudo parece uma forma de burlar a legislação eleitoral (o famigerado jeitinho brasileiro) com vista a dar uma divulgação ao político e seu partido antes da campanha eleitoral propriamente dita. Não sou contra o filme de A, B ou C, afinal, trata-se de um brasileiro que merece ter sua biografia contada, como outros tantos brasileiros importantes que ainda não tiveram o privilégio de ter um filme sobre si. Alguns destes brasileiros de grande importância morreram e outros ainda estão vivos, mas nem sequer se cogita um filme sobre eles. Porque não temos um filme de ponta sobre Juscelino Kubistchek, Getúlio Vargas, Jânio Quadros, Emílio Garrastazu Médici, Fernando Henrique Cardoso ? Afinal todas estas pessoas foram importantes de alguma forma na história brasileira, e todos são ex-presidentes. Porque então escolher filmar justamente sobre a vida alguém que ainda ocupa o Palácio do Planalto ? Portanto, seria mais justo e conseqüentemente, mais democrático, que esta biografia fosse contada depois da conclusão do mandato do atual presidente, pois creio que até lá nosso presidente ainda estará vivo para ver a obra de sua vida, antes disso, soa muito suspeito e anti-ético.

      • Vigor disse:

        Pelo amor de Deus! Ana Maria ainda acha que isso tudo é legal! Que ético que nada! Concordo com
        a opinião do Leandro ( e não Leonardo como você escreveu). Além de tudo você deveria tomar algumas
        aulas de ortografia. A história do nosso Presidente, ao qual tenho grande admiração, é muito bonita, mas
        deveria ser lançada em 2011. Xau!

  2. Nunca antes na história deste país se viu operação tão sordida. O pré-sal, a “marolinha”, a copa 2014, olimpíadas 2016, “o cara do Obama” e todos os demais grandes feitos exclusivos do “santo” aliás do “deus” Lula, que conduziu o Brasil a atual condição de “nova superpotência”, imune ao tão ruim complexo de vira-lata de Nelson Rodrigues, não são suficientes para mascarar a verdade é necessário ainda este filme vergonhoso, com distribuição “nunca vista antes na história deste país” e mais uns 30 livros do mesmo calibre?
    Tudo isso para mascarar o “mensalão” e o fato de a grande esperança da ética na política ter renegado e inclusive obrigado a queima de seus antigos companheiros, melhores e inseparáveis amigos de vida inteira e responsáveis por sua primeira eleição na fogueira dos culpados, para depois abraçar Sarney, Collor, Renan Calheiros e Ahmadinejad de quebra?
    E por fim eleger a Ministra, Companheira, Camarada, Comissária do Povo, Secretária Geral, mãe, pai, avó, avô do PAC, REDENTOR, aquela que nossa divindade nem conhecia pessoalmente antes da eleição de 2002.
    É o rolo compressor da ignorância da falta de qualquer coisa que vagamente lembre caráter, e a consagração máxima da “cara de pau” nunca antes vista neste país.
    Estamos sendo levados a uma ditadura personalista que diferentemente da Venezuela e do Irã seus maiores parceiros e amigos, não precisará de revolução de uma herói mítico, Bolivar, ou de um Deus enfurecido e vingativo, Khomeini, Alá, mesmo porque Lula para a uma “maioria” está e estará acima disto tudo, ele é maior e melhor que o Universo inteiro, que a própria Vida.
    Nunca antes na história o Brasil foi tão pobre, pequeno e vira-lata.

  3. Luiz Souto disse:

    É ético /moral / legal impedir o lançamento de livros sobre Lula pouco tempo antes das eleições?
    Lula e seu governo são polêmicos desde o início do primeiro mandato e ,desde então , livros ( e artigos e blogs e etc…) são produzidos sobre , contra e a favor dele. A proximidade das eleições não o torna menos polêmico e menos noticioso e achar que seria possível impedir /reprimir/controlar as publicações pró e contra é pura ilusão: a polêmica existe , os livros só a manifestam em letras impressas.
    Mais importante que discutir a ética dos lançamentos de livros sobre Lula perto das eleições é discutir o uso do poder econômico seja a favor ( viagens com Dilma , patrocínio milionário do filme) ou contra ( matérias furibundas em Veja , patrocínio a sub articulistas tipo Mainardi) transformando o que deveria ser uma discussão política em uma querela midiática.
    De ambos os lados há o esforço consciente e persistente de esvaziar as disputas eleitorais de seu potencial de debate político amplo sobre projetos de país para uma disputa televisiva , em que os atos e palavras teatrais substituem a análise de problemas e a apresentação de propostas.
    Seja o filme , sejam os livros a possível influência sobre o eleitor só ocorreria devido ao esvaziamento da política em favor do espetáculo.

  4. PARA BENS AOS SENHORES CIONEASTRAS QUE EM TÃO BOA HORA IDEALIZARAM E EM FAZER UM FILME REPORTANDOS-SE AO MAIOR BRASILEIRO DESTE SECULO 21: LUIZ INACIO LULA DA SILVA, FOI PRÉ DESTINADO POR DEUS, PRA DAR UM VERDADEIRA LIÇÃO DO QUE É GOVERNAR UM PAIS TÃO GRANDE E COM TANTOS PROBLEMA`: O PRESIDENTE LULA, JÁ MAIS SERA ESQUECIDO PELOS MENOS FAVORECIDOS, DEUS DISSE ESTA NA BIBLIA TIRAREI A SABEDORIA DOS QUE PENSAM QUE SÃO SABIOS E ENTENDIDOS, E COLOCAREI AS PALAVRAS NA BOCA DA QUELES QUE NADA SABEM A ESSES LHE DAREI A PACIÊNCIA DE JÓ E A SABEDORIA DE SALOMÃO. LULA NÃO É O PRESIDENTE, LULA É UM ENVIADO DE DEUS PARA REOGANIZAR O NOSSO PAIS, NESTE MOMENTO ESTOU A QUI DENTRO DOS MATOS, ONDE ´SÓ TINHA COBRA ONÇAS E OUTROS ANIMAIS, ONDE NÃO TINHA LUZ, AGUA SÓ DA BARRAGEM, HOJE ESTOU ME DANDO O LUXO DE ESCREVER AOS SENHORES DESTE MESMO LOCAL, DA BARRAGEM DE SANTA HELENA, A 55,KM DA CIDADE MAIS PROXIMA; HOJE TEMOS, COLEGIOS LUZ, AGUA, SERVIÇO MÉDICO, PODEMOS DIZER ALTO E EM BOM SOM, QUE SOMOS GENTE SOMOS BRASILEIROS FELIZES,VIVA O GRANDE PRESIDENTE QUE MUDOU A HISTORIA DO BASIL, VIVA O ENVIADO DE DEUS, QUE VEIO NOS TIRAR DA MISERIA QUE VIVIAMOS MENDIGANDO O PÃO DE CADA DIA, HOJE PODEMOS PLANTAR E TER O QUE COMER, QUE , DEUS ABENÇÕE A TODOS QUE SE ENPEBHARAM EM FAZER ESTE FILME, O MESMO DEVE SER VISTO NO BASIL INTEIRO DO IAPOQUE AU CHUI. TEM QUE SE EDITAR LIVROS SOBRE ESTE GRANDE HOMEM O MAIOR PRESIDENTE QUE O BRASIL JÁ TEVE, E SER ENSINADO A SUA TRAJETORIA DA INFANCIA A PRESIDENCIA DA REPUBLICA DO MAIOR PAIS DO MUNDO O NOSSO QUERIDO BRASIL,PARABENS A TODOS E QUE DEUS ABENÇÕE.

    • Cicero Almeida disse:

      Prezado Alcebíades,

      A história nos mostra que religião e política não formam um bom casamento, que o diga o regime dos Aiatolás e toda aquela história de fanatismo que não convém comentar. George W. Bush, falou muito em religião em seu discurso pouco antes de desfechar o ataque contra o Iraque e matar centenas de pessoas; Saddam Hussain retrucou com os seus próprios preceitos religiosos. Os faraós também eram considerados divindades e tinham o poder de vida e morte sobre as pessoas, assim como alguns déspotas relatados na história. Os frades da idade média afirmavam que matar um infiel não era crime, mas um caminho para o paraíso e os quase 300 anos de guerra com as Cruzadas tiveram início com um discurso papal. Alguns escravocratas na história do país alegavam razões religiosas para escravizar toda uma etnia. Os judeus também alegam razões religiosas para ocupar a Palestina, os palestinos têm também suas justificativas divinas e o resultado é o que conhecemos. Certa vez alguém me falou que num conflito, logo atrás do coturno do soldado vem a sandália do frade para manter a dominação, se isto é mentira ou verdade eu não sei, mas a história vem mostrando que misturar política com religião dá indigestão (até rimou). No meu modo de ver, não convém endeusar uma pessoa, ainda mais um político, sobre o qual pesam suspeitas (mensalão, valerioduto, enriquecimento suspeito de um dos filhos etc), até porque sempre na história deste país (mudando um pouco o bordão), agente acaba se decepcionando. Melhor agir com a razão, pois o cérebro faz isto melhor, e deixar a religião apenas dentro do coração.

    • gina santiago disse:

      Concordo plenamente com você, nunca antes em nosso país houve um presidente que se possa a igualar ao lula, tem defeitos sim, mas quem não tem, teve que fazer acordos políticos co os liberais sim, senão ele não ganhava de novo.O que me enoja é os conservadores que antes da eleiçao diziam que o lula iria entregar o país, claro que para os comunistas, que seria um caos…Até agora não vi nada disso, nosso país tem problemas de difícil solução, mas tenho certeza que um dia começa a melhorar.Hoje a polícia federal trabalha, antes estava de férias, tudo era acobertado…Pena é ter a Rede Globo contra esse governo,até o Jô Soares, ri do lula, mas ele também dá as suas gafes e se acha o homem mais esclarecido do país…Eu apoio o governo lula e espero que o PT continue no poder, porque podridão tem em muitos partidos. Sobre o filme é a história da vida dele, enquanto cidadão comum, não como chefe de estado…um abraço.

      • Cicero Almeida disse:

        Prezada Gina,

        Não deixemos cegar nossas vistas pela idolatria a um político. Falando assim você desconsidera até os grandes feitos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubistchek. Fico imaginando se Getúlio Vargas não tivesse orquestrado a política externa para implantar a indústria de base no Brasil, como será que estaríamos hoje? Graças a atuação de Getúlio Vargas como verdadeiro estadista, o Brasil trocou seu apoio aos aliados na Segunda Guerra pela implantação da Companhia Siderúrgica Nacional e transformou o Brasil de um país com economia basicamente agrária em um país com vocação industrial. E os feitos de JK que promoveram parte da integração do país, levando desenvolvimento ao centro-oeste com a transferência da capital para o interior (isso tudo em 5 anos !). Mesmo estes presidentes não podem ser idolatrados, cometeram muitas falhas, mas pelo menos atuaram como grandes estadistas, diferentemente do atual presidente que reconheceu a China como economia de mercado e prejudicou severamente a indústria brasileira, principalmente a de calçados na cidade de Franca-SP, entre outras coisas danosas para a política externa brasileira. A última delas foi se aproximar do presidente iraniano, que todos sabem, está desenvolvendo tecnologia nuclear para “fins pacíficos”. Nosso presidente criou toda esta celeuma internacional que não traz qualquer benefício para o Brasil. A outra foi a suspeita de envolvimento de financiamento de campanha com recursos oriundos de um grupo terrorista da América Latina (As FARC), e mais outra, a intensa defesa a um terrorista italiano que matou pessoas na Itália. A política externa de nosso presidente paternalista está nos prejudicando severamente, ele não toma postura de chefe de estado (pois estadista ele não é), parece até um torcedor na arquibancada e desconhece o que se passa na sala ao lado de seu gabinete, conforme ele mesmo afirmou. Vale lembrar também os prejuízos que o Brasil teve na questão do presidente Evo Morales, que resolveu de dar uma de Cunhambebe (o grande chefe Tupinambá do século XVI) e se vingou dos estrangeiros (nós brasileiros) dilapidando nosso patrimônio na Bolívia. Agora pergunto, qual o grande feito de estadista realizado pelo nosso glorioso presidente agraciado com esta “superprodução cinematográfica”?

        • Léa disse:

          Caro Cícero,
          A sua análise é perfeita. Você só se esqueceu de mencionar FHC, que deu a
          base para que o governo de Lula desse certo. Afinal, tudo o que a equipe econômica
          lulista fez, foi dar continuidade ao que já vinha sendo feito no governo anterior. E, num
          golpe de sorte danado, a economia mundial, que não estava lá muito bem das pernas,
          deu uma guinada, o que veio dar uma grande força para que tudo desse certo para o Lula.
          É ou não é???

      • MAURO MARTINS disse:

        Falar de Lula hoje no Brasil é sinal de sabedoria, pois a sua trajetoria é dgna de um vencedor está tendo
        coragem para mudar a cara de nosso país, massabe ser maleavel em suas decisoes. Um homem que
        que não teve oportunidade de cursar uma universidade por falta de oportunidade mas nem só por isso
        deixou de priorizar a educação.Apesar de todas as criticas contra sua formação provou para todo o mundo
        que é um doutor naquilo que gosta de fazer.
        Parabens pelo filme em vida de Lula.

  5. As opiniões postadas pelo Luiz Souto e o Alcebiades Muniz De Lima, demonstram bem o que tentava demonstrar, Lula foi transformado em um deus, mas infelizmente é um deus corrupto, sem qualquer moral ou ética.
    Diversos outros políticos, dentro e fora do poder também são corruptos, sem ética ou amorais, o que diferencia Lula dos demais é justamente esta caráter divino que lhe foi dado pela maioria dos eleitores deste país, daí o seu perigo, a sua ameaça a democracia e a um Brasil melhor.
    O livro e os filmes apenas representam isto, ninguém em nenhum momento falou em proibição ou censura, isto é apenas a demonstração de para onde os detentores do poder, os filhos do filho do Brasil, levam o debate, o levam para as falsas acusações e a desqualificação de todos que falam algo contra o deus lula.
    Estou com Saramago, com um deus como Lula, faço questão de ser ateu.

    • Luiz Souto disse:

      Leia de novo meu post Paulo e diga onde transformo lula em deus ou lider iluminado.
      Reitero: há uma transformação do debate político – entenda-se debate de projetos de país – para discussões midiático/ marqueteiras. è apenas por conta do esvaziamento do político em detrimento do espetáculo que o lançamento de livros ( contra e a favor) de Lula pode gerar a discussão sobre ética.

      E quem considera uma atitude anti-ética não apenas está justificado em condená-la post facto quanto também deve agir para evitar que ela ocorra. A definição de uma atitude como ética ou anti-ética não se esgota na pura avaliação do ato mas exige ( pela própia força do conceito de Ética) que se promova a primeira e se coiba a segunda. Logo se uma atitude é considerada anti-ética necessariamente a sua coibição/inibição/proibição é cogitada ( ainda que sub-repticiamente). Não há aí nem deturpação nem desqualificação do debate , apenas levar o emprego dos conceitos á sua consequências lógica.

      • Meu caro,

        Você disse : “( matérias furibundas em Veja , patrocínio a sub articulistas tipo Mainardi)”

        Isto na minha opinião é desqualificar aqueles que fazem críticas ao Lulismo.

        As referencias ao deus iluminado tinham haver com o comentario do Sr. Alcebiades Muniz De Lima.

        Constatar que uma atitude é anti-ética não implica necessariamente em buscar sua proibição.

        Mas sim chamar atenção dos desavisados para o fato.

  6. Bruno Dias disse:

    Eu pessoalmente não gosto de Lula, mas não vejo nada de errado no filme em si – o realizador tem o direito de deificar, mitificar, e criticar quem quiser. Acho porém que teria sido mais digno (”Ético” talvez seja uma palavra muito forte) esperar até depois do próximo ciclo eleitoral para lançar o filme, mesmo que isso signifique colocar-lo na geladeira por um ano. Afinal de contas, justificada ou não a opinião, é inevitável, nesse momento, ver o filme como uma propaganda política de duas horas para Dilma Roussef.

    • Léa disse:

      Caro Bruno.

      Não acho que ético seja “muito forte”. Essa é realmente a palavra que deve ser usada, pois “ética”,
      de acordo com Caldas Aulete, é “o conjunto de princípios, normas e regras que devem ser seguidos para que se
      estabeleça um comportamento moral exemplar”. De modos que a exibição desse filme, num ano eleitoral,
      vai contra esse conceito.

  7. Diego Leão disse:

    Pelo pouco que me recordo das restrições sobre a campanha eleitoral, devo chutar que se trata de prática “legal”. Não acredito que exista alguma norma qu eimpeça a publicação de livros ou mesmo de um filme de ficção sobre o “filho do Brasil” – começo a achar que eu fui adotado.
    Por outro lado, pessoalmente considero imoral tal prática: indivíduos ligados à cúpula que apoia o atual mandatário do Executivo Federal fazem uso da massificação da informação/desinformação num contexto cinematográfico / literário para criar maior simpatia com o companheiro do polvo (trocadilho perdoávl).
    Justiça é uma qustão relativa: num país em que nem toda lei é moral e no qual a moral, por vezes, está fora da lei, argumentar em termos de justiça pode engendrar um debate vazio. Mas, na melhor tradiçã socrática, há que se ouvir todas as opiniões e respeitá-las. Eu acho injusto: cria-se uma aura diferenciada em torno da figura de um homem que, na opinião de muitos, está abaixo da média, que passa a ser de fat deificado pelas massas e cujas palavras tornam-se verdade tão somente pelo poder de autoridade “moral” que tem o sujeito. A influência sobre a mentalidade do povo e sobre futuras eleições é evidente até ao mais petista dos cegos. Portanto, injusto: QED.
    Por fim… engorda. A “história de vida” de Sua Excelência o atual Presidente da República gera simpatia, cativa as pessoas… mas ao se analisar o estado atual de coisas, questiona-se o mérito de toda a jornada: ser de esquerda para, no poder, assumir posturas de direita? Inclusive dando cestas básicas pra população carente sem que se façam grandes investimentos para o desenvolvimento econômico que, por conseqüência, geraria empregos aos afortunados/desafortunados que se beneficiam das Bolsas Misérias neste país… Engorda pois se há uma lição na vida de Lula é que não precisamos nos dedicar muito ao trabalho ou aos estudos, só a uma causa que, depois, pode ser trocada por outra. Agradeço os esforços na época da ditadura, mas acho que aplica-se uma fala muita bacana do último filme do Cavaleiro das Trevas: “ou se morre como herói, ou se vive o bastante para se ver tornar o vilão”.
    Em resumo: legal / imoral / injusto / engorda.

  8. anna karollina thaumaturgo disse:

    Fico feliz que alguns já entendam como as coisas no Brasil funcionam. Ese filme só vai influenciar que ainda não acordou sobre as manobras políticas que continuam a existir desde que o Brasil foi descoberto ou invadido. Infelizmente ainda não conseguimos erradicar este processo de “coitadinho”, que os próprios eleitos perpetuam. Mas, não podemos perder esta oportunidade de analisar e expor nossos críticas nesse momento. Independentemente de quem quer que seja o Presidente, vale a pena refletir. Abraços.

  9. Não. Não acho ético. Simples assim!

  10. Ana Lucia Barbosa disse:

    É curioso que pouco se questione os livros ofensivos à pessoa do Presidente da República que já foram publicados. Se esse questionamento fosse feito, tenho certeza de que apareceriam pessoas afirmando que tal atitude tem algo de “censura”. Se há liberdade de expressão para chacotas e ofensas, também deve haver liberdade para exposição de qualidades e bons valores associados ao Presidente. Um filme tem mais alcance de público que um livro ? Se assim for os vídeos horroros que tem no YOUTUBE, nomeando o Presidente com palavras de baixo calão, já deveriam ter tido algum efeito, não é mesmo ?

    • Faço minhas as suas palavras Ana Lúcia. É uma vergonha o que a grande mídia deste país tenta fazer com a imagem do presidente Lula, há mais de 6 anos, desde que ele foi eleito. Jamais um presidente se manteve com tamanho índice de aprovação e mesmo assim os jornalões insistem em achincalhar sua imagem, mesmo que no exterior ele seja cada vez mais respeitado. Lula não está fazendo um governo perfeito, claro que não, mas, mesmo com todas as suas falhas, é o melhor governo que esse país já teve nos últimos 509 anos. O que acontece é que aqueles que sempre usufruíram das benesses do poder não se conformam em perdê-las, ainda mais para um “metalúrgico, nordestino, ignorante”. Diogo Mainardi, sofre de uma visceral raiva da vida, que ele insiste em destilar através do teclado do seu micro e nos programas da Globo News. Não dá prá levar a sério seus destemperos.

      • Cicero Almeida disse:

        Quanto ao respeito internacional eu discordo. Na questão das eleições hondurenhas nosso “augusto” e “sacro santo” presidente postou-se com ferrenha oposição, porém não questionou em nenhum momento a eleição do presidente do Irã, eleição esta questionada internacionalmente, ou seja, o presidente do Irã, ao que tudo indica, ganhou na “mão grande”. Este tipo de atitude, para a qual utilizamos o ditado “dois pesos e duas medidas” foi criticada pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias, prêmio Nobel da paz em 87. Arias afirmou, sem citar Lula, que existem certos países que possuem uma “moral dupla” pois condenam a eleição hondurenha e admitem a eleição iraniana. Acho que a carapuça tem o tamanho certinho da cabeça do nosso mandatário. Esta moral dupla evidencia-se na nossa política interna, como no caso do governador Arruda do Distrito Federal, com farta documentação de seus atos de corrupção e com toda justiça deve ser afastado do cargo de governador. No caso do governador Arruda, a esquerda (CUT, PT etc) se posta com atos de protesto, carreata na ruas do DF até a residência oficial, palavras de ordem e tudo mais, porém as mesmas atitudes de protesto não tomaram conta das ruas no caso do mensalão do governo federal. Isso até nos faz lembrar aquela personagem de um programa de humor: Mensalão no governo Lula POOODE, mensalão no governo distrital NÃO POOODE. Ladrão é ladrão, não importa se é situação ou oposição e a moral tem que ser uma só, senão agente não melhora este país.
        Mas acho que existe uma luz no fim do túnel, pois a moral do presidente está se “unificando”,pois no caso do Arruda, ele disse que as imagens não falam por si; deve ser por que estavam faltando legendas mais explicativas e alguns efeitos hollywoodianos nas imagens do picareta distrital, assim como faltaram nas imagens dos picaretas federais (tenta se mostrar imparcial, mas todos sabem que ele tem telhado de vidro…). Acho que as polícias federal e civil precisam de melhores cursos de cinema para conseguirem produzir bons filmes com os ladrões em ação, senão nosso presidente não se convence.

  11. O que eu posso lhes dizer é , quanto ao presidente Lula, livros ou filme, proibir,comentar? Agora, não faz muita diferença.Precisamos sim, é estudar muito e aprender a votar.Só assim é que mudamos nossa situação.O povo ainda não descobriu a força que o voto tem.Quanto ao Lula,não sei se é o melhor, ou pior, ou menos ruim.Sei que é o presidente polêmico sim. Talvez o fato de ter pertencido as camadas mais populares, dizem isto por aí,o deixou às vezes, mais humano que os outros presidentes.Agora a proximidade das eleições, não o torna mais ou menos polêmico.Controlar essas publicações, seria possível?Não sei.
    Só sei que na região onde moro, houve grandes melhorias, as pessoas estão felizes,sabem que ao comprar o arroz com feijão hoje, poderão comprar no próximo mês, com mesmo preço, e quando aumentar, não será tanto, podendo comprar novamente e a mercadoria não fugirá do supermercado.
    Mesmo sendo aqui no Brasil, onde os políticos e a grande maioria das pessoas, não se preocupam com o próximo, esquecendo dos pobres, dos aposentados, dos deficientes,etc.Isto sim, é que é falta de ética.
    Não sei se o Lula é um santo, ou o melhor presidente ,nem o menos pior .Só sei o que vejo ao meu redor.
    Talvez isto seja o que mais incomoda as pessoas, a valorização do cidadão pobre.O que eu gostaria mesmo é que quem fosse substituí-lo, fosse uma pessoa com um pouco dessas ideias, que valores comuns a pessoas,a preocupação fosse a”valorização do outro”, e que a preocupação das pessoas fosse “ser” e não em “ter”.E que as leis fossem revistas, havendo punições, os políticos ladrões devolvessem o dinheiro roubado, os castelos , e por aí vai… Que pena, parece um sonho!

    • Léa disse:

      Cara Eloise,
      Sempre que um governo não vai bem, é aquela lenga-lenga: “o povo precisa aprender a votar”. Mas, o que é
      “votar certo”? Antes do Lula ser eleito, pensava-se que ele, sim, era “o cara”. Votou-se nele, esperando que o
      PT viria para pôr fim aos desmandos da política tupiniquim. Afinal, o PT sempre arrotou moralidade, não é?
      Pois bem, deu no que deu: mensalão, dinheiro na cueca, mortes suspeitas de prefeitos (que ninguém explicou
      até hoje) , filhote recebendo um dinheirinho a troco não se sabe do quê, etc., etc., etc. (Agora, tem o caso da
      compra dos caças franceses; muito estranha essa insistência do Lula…). Então eu pergunto novamente, alto
      e bom som: O QUE E VOTAR CERTO? EM QUEM? ALGUEM PODE ME DAR UMA DICA, BEM PEQUENININHA?

  12. Ademir Aiza disse:

    Que ano não é Eleitoral. Temos eleições de dois em dois anos, num ano tem Eleição, no outro nos preparamos para a proxima Eleição. È quando os Partidos fazem as torcas, os conchavos e qualquer coisa atrapalham os planos dos politicos. É importante notar que qualquer coisa atrapalha os nossos politicos. Qualé então o ano perfeito para tal acontacimento?

    • Léa disse:

      Querido Ademir,
      Será que quando se fala que esse filme deve ser passado DEPOIS da eleição, não dá para entender que se trata da próxima, para presidente????? Será que é tão difícil para vocês, petistas/lulistas, ligarem uma coisa com a outra?
      É claro que se fosse uma eleição para prefeito não teria problema algum. Mas, para presidente, quando o
      Excelentíssimo está empenhado a se perpetuar no poder através da dona Dilma (já que ele não pode contar
      com a dona Marisa, como o Kirchner contou com a mulher dele), aí sim, fica muito antí-ética essa exibição.
      Ainda mais se esse filme foi financiado por empresários que, é claro, não fizeram isso pelos belos olhos dele!

  13. Ana Lúcia disse:

    Poder, pode. Afinal, não se pode afirmar que Lula não tenha feito história que se possa contar. Quanto a dever…Bem, aí entre a questão da ética. A pergunta que não cala: por que não lançar depois das eleições? Oportunismo e oportunidade não se confundem. Se vou assistir ao filme? Quem sabe, caso passe na TV. Afinal, todos assistimos a “Dois filhos de Francisco” e, cá entre nós, o filme é bom e bem feito. Por outro lado, aos que já têm suas convicções políticas, não será este filme, aquele panfleto, ou outro documentário que vão dar voto a quem quer que seja.

  14. Hagá disse:

    Em suma:

    Do ponto de vista publicitário, Sim, o momento de fazer a propaganda é tão importante quando a propaganda em si. Questão de Marketing.

    Do ponto de vista ético, o caso não vai de encontro a nenhuma lei, então, pode de novo!

    Mas se o apelo for o bom senso, conevenhamos, por favor não subestimem nossa inteligência, néh!

    • Diego disse:

      Não se pode identificar comportamento moral ou ético com comportamento legal.

      Quantas vezes na história deste país não nos deparamos com ações legais mas que, no fundo, eram antiéticas; é o exemplo das maquinações que levaram à possibilidade da reelição no Brasil, obra de FHC, mas que o amigo da democracia Lula também utilizou.

      O problema com a democracia está na raiz do conceito: o povo não sabe governar e tão pouco sabe escolher quem governa. Críticas podem ser feitas a todos os presidentes, bem como elogios, mas isso não afasta o fato de que as escolhas realizadas nas urnas estão muito aquém de um estado ideal de coisas. Persiste a manutenção das mesmas oligarquias políticas que se alimentam da inércia e da ignorância da população, que por sua vez se permite fechar os olhos desde que os impostos estejam baixos e o governo pague uma bolsa pro caso de eu não poder/querer trabalhar.

      Um amigo meu incorporou um Vate: Lula será prêmio Nobel da paz… O filme terá continuação e, depois que Sua Excelência for premiado com o Nobel de Física, teremos uma trilogia.

      • Léa disse:

        Diego,
        O problema não é que não se sabe escolher um bom candidato. O problema está na QUALIDADE dos
        candidatos. Como já falei acima sobre esse mesmo assunto, por mais que se escolha, por mais que
        se estude o perfil de um determinado candidato, dá sempre errado. Não se imaginave que o PT,
        uma vez no poder, traria a ética para a “política nacional”???!!! Sempre votei no PT com essa esperança.
        Achava que com o PT teríamos, enfim, o governo que pedíamos a Deus! Hahaha! Desilusão e frustração,
        foram as únicas coisas que conseguí. PT, nunca mais! Mas, qual, ou quais outros candidatos são os
        ditos “certos”? Vou repetir meu pedido, como acima: QUERO UMA DICA PARA A PRÓXIMA ELEIÇÃO!!

  15. Muito instrutivo diversos comentários aqui postados, mostram o porque da grande popularidade do presidente :

    1) Trair seus companheiros, atuar sem qualquer moral ou ética ou mesmo educação é simplesmente ser polêmico;

    2) Se não existe lei que proiba, tudo é permitido, a moral e a ética não existem ou pouco importam;

    3) Como o presidente participa da e produz fatos históricos, ele está acima da ética e da moral, portanto não deve satisfações, pode fazer o que quiser;

    4) Como se critica muito o preseidente, e muitas vezes de forma agressiva, isto lhe confere legitimidade para estar acima da moral e da ética, ou seja se ofendem minha mãe, posso matar, não existe problema é legitimo;

    5) Tudo não passa de uma mera questão de teoria publicitária, novamente ética e moral não existem;

    E note-se, tudo isto dito por pessoas que se consideram “leitores”, que portanto estariam muito mais capacitados para distinguir estas questões do que mais da metade dos eleitores brasileiros que é formada de analfabetos funcionais ou analfabetos plenos que nunca leram e nunca lerão nem uma página o que dirá um livro.

    Portanto é lógico que especialmente o filme, com distribuição especial em mais de 800 salas e com “bolsa ingresso” será um tremenda manipulação eleitoral muito bem sucedida, acreditem!

  16. mais uma estratégia de marketing

  17. Claudia Dias disse:

    É totalmente anti-ético, vergonhoso e imoral.
    Marketing político asqueroso, com interesses espúrios em cima da população iletrada, que ainda troca votos por esmolas (bolsa família e afins). A pobreza de espírito adora um melodrama.

  18. José Benedito Vizioli Libório disse:

    Fico aqui pensando com meus botões que tudo que se refere à Lula e à seu governo, ao qual não nutro simpatia em muitos aspectos, sempre é considerado uma manipulação, uma forma de propaganda, etc.
    Acho que não há nada de anti-ético em se lançarem livros e filmes sobre o presidente mesmo nessa época pré-eleitoral até porque não vejo uma transferência automática (e estão as pesquisas a comprovar) de votos de Lula à Dilma.
    Fato é que essa discussão surge porque existem vários grupos que estão até a garganta do Lula, ficam muito temerosos que Dilma ganhe e vêem uma grande manobra onde não existem. Grupos, aliás, cujos representantes no Parlamento foram incompententes para remover Lula quando de vários escândalos, que foram incompetentes igualmente para abalar-lhe a popularidade com tudo o que aconteceu, o que diga-se, nem constituiu no pior escândalo dos últimos 20 anos, ao contrário de outros não esclarecidos de vários governos anteriores.
    É aquela velha história: não há meio termo em termos de Lula é 8 ou 800, os que gostam dele, gostam e os que o detestam, detestam. Desculpando-me pela comparação mal feita, parece aquela frase atribuía ao sultão na biblioteca de Alexandria: “Se os livros são contra o Corão, devem ser queimados porque são hereges e se forem a favor,devem ser queimados porque são inúteis”.

    • Diego disse:

      A manobra existe: até os ministros dos órgãos superiores do Poder Judiciário perceberam.

      A transferência existe: um eleitor cuja fidelidade a Lula é inabalável não pensará duas vezes antes de votar num(a) candidato(a) que receba seu apoio ou que seja apontado(a) como continuador de suas políticas (econômicas, sociais, assistencialistas…).

      É preciso, contudo, concordar em parte e discordar ao mesmo tempo: Lula fez coisas boas… sua tentativa de redistribuir riquezas merece, no mínimo, um tapinha nas costas, mas a forma como é feita e a falta de ação em outras áreas cujo potencial de minimizar a concentração de riquezas é lamentável.

      Membros do próprio partido afirmam que Lula só ganhou (e foi reeleito) quando cessou o discurso mais revolucionário, que é o que mais deveria fazer sucesso num país em que tantos têm tão pouco. Os membros do PT não mais representam o PT histórico, aquele que lutou pelas Diretas e que bateu de frente contra o estabelecimento político…

      O povo permanece na condição de massa de manobra, curral eleitoral e peões no grande jogo de xadrez daqueles que exercer e dos que procuram exercer algum poder.

      • José Benedito disse:

        Olha, Diego, vc tem razão em muita coisa. No entanto, quero insistir a questão da transferência de votos. O lulismo, como o malufismo, o janismo, etc. é um fator mais ou menos dominante e que os que os apóiam, seguirão apoiando ao longo do tempo, sem recuos.
        Quando se fala em transferência de votos (e aí posso ter sido impreciso), na verdade me refiro mais a um fenômeno de novos eleitores aderindo ao projeto do PT. Olha, eu evito comentar sobre o PT pq sou um ex-filiado mas eu , hoje, não tenho nenhuma dúvida que o velho discurso não tinha viabilidade enquanto representasse um projeto de ruptura radical. No entanto a questão que segue: vale tudo para ter Lula eleito. Com certeza, não mas essa foi a tarefa que o partido se colocou e que agora o deixa sem rumos.

  19. Alexandr Yukio disse:

    Bom dia a todos.

    Apos ler todos os comentarios sobre o texto resolvi escrever o meu. O que me parece e que todos que postaram aqui falaram muito sobre o Lula e pouco sobre se “pode ou nao pode” afinal de contas essa era a pergunta. Na minha opiniao pode sim, pois como foi falado a pouco, quando e que nao teremos eleicoes? Bem, eu acho que foi a melhor epoca para ser lancado. Afinal de contas ja pensou se isso fosse antes das eleicoes dele proprio? Isso sim, seria uma propaganda descarada. Eu votei nele no primeiro mandato, no segundo nao votei pois nao estava no Brasil, mas eu teria votado novamente. Pois onde moro as mudancas foram bem significativas e visiveis. Ele deu muitas esmolas com o titulo de “bolsa”/familia/escola/cinema/onibus/restaurante/castelo/mesada/miseria/passagem aerea… tentando agradar a gregos e troianos. Ele atingio em cheio a populacao das massas que por sinal e a mioria da nossa populacao, e por causa disso e tao idolatrado e salve, salve! Bem, muitos falam do Lula como sendo um pessimo administrador, burro… Mas se voce se acha tao melhor do que ele, porque voce nao esta ocupando agora a cadeira do presitende? Se ele fosse mesmo tao imcapaz assim eu acho que ele nao estaria la…

    • Diego disse:

      De fato há que se admirar um homem que, apesar de todos os indícios atestando contra sua capacidade administrativa, diplomática, intelectual, política…, que apesar disso, ainda assim conseguiu chegar ao Palácio do Planalto… após meras quatro tentativas… lembremos do barbudo de cartola nos EUA (há quem diga que o de lá ganhou só após deixar crescer a barba).

      Há que se louvar sua tenacidade… persistência… acho que ele ganhou pela exaustão… Afinal de contas, eleições não elegem os melhores, mas sim os com melhores marqueteiros e mais dinheiro disponível para as campanhas. O resultado da Eleição é o resultado de um processo de oferta e compra de um produto: aqui, em 2002, foi como nos EUA em 2008, uma chance pra esperança… ainda bem que ela é a última que morre.

  20. Malu Bozzola disse:

    Não gosto do “Pode ou Não Pode”, pois tanto se fala na liberdade de expressão e principalmente na liberdade de imprensa. Mas, o buraco é mais fundo não é mesmo?
    Vivemos cheios de notícias estravagantes e que nos cansam a alma como os abusos de poder, “roubos” de cofres públicos estratosféricos, impunidade, corrupção, enfim, abusos!!! Então, a minha resposta ao Pode ou Não Pode neste cenário seria NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!! Um não bem grande, indignado!
    Mesmo que ele não seja um candidato à reeleição (AINDA), já está fazendo pré-campanha (ilegal) para a beneca de plástico DILMA! Acho perigoso o lançamento de um filme com apelo popular nas véperas de ano eleitoral. Sabemos do apelo insuportavelmente popular de LULA e que uma eleição é ganha por pessoas que pouco lê, que pouco tem senso de crítica, que acredita em tudo que ouve sem questionar, então o filme pode funcionar como apelo emotivo. A política do “coitadinho”, do “ele é um vencedor”, do ‘Oba Oba”. Afinal de contas, quem não se emocionou em Dois Filhos de Francisco não é mesmo?
    Eca!!! Não pago para ver este filme de jeito nenhum!!!! Nem se passar na sessão da tarde! Aliás, vou lançar um campanha – Vá ao cinema, mas não me convide.

  21. Renato Balbino disse:

    No Brasil ainda está longe de se ter liberdade de expressão.
    Quanto ao filme, tanto faz ser lançado na época de eleição ou não, quem faz a diferença na eleição é a grande maioria, e a grande maioria infelizmente não tem “maldade política” para diferenciar um falso honesto de um honesto falso…
    Infelizmente é a realidade, no Brasil, não há interesse em “politicar” a mente dos mais pobres e necessitados, pois serão eles que iraõ fazer a diferença nas urnas, então, pra que mudar, se (com o perdão da palavra) a “putaria política” pode continuar?
    (Claro que nessa massa tem sempre grandes excessões!)

    Há esperança, isso já é o suficiente, para continuarmos tentando mudar esse cenário ridículo e podre, onde o nosso PRESIDENTE não sabe nem falar sua língua nativa…

    Com este cenário, não faz diferença o lançamento do filme antes ou depois das eleições.

  22. José Benedito disse:

    Aqueles momentos de manifestações sindicalistas dos metalúrgicos do ABCD e Osasco
    tinham a frente um grande líder sindical.
    Esses movimentos foram um marco na história do país e consequentemente suas
    principais lideranças também fizeram a história neste país.
    Neste país onde os livros estão sendo transformados em filmes e consequentemente
    em sucesso de bilheteria, não vejo o porquê do livro do Lula também não virar um bom
    filme nacional.

  23. José Benedito disse:

    Aqueles momentos de manifestações sindicalistas dos metalúrgicos do ABCD e Osasco
    tinham a frente um grande líder sindical.
    Esses movimentos foram um marco na história do país e consequentemente suas
    principais lideranças também fizeram a história deste país.
    Neste país onde os livros estão sendo transformados em filmes e consequentemente
    em sucesso de bilheteria, não vejo o porquê do livro do Lula também não virar um bom
    filme nacional.

  24. José Benedito disse:

    Para quem gosta de filme nacional, sugiro também que assistam a um outro filme lançado em 1981 – “Eles não usam Black-Tie”, com Fernanda Montenegro e Gianfrancesco Guarnieri.
    Este filme coloca a favela e as lutas do operariado em questão.
    Não acredito que um filme ou livro interfere pró ou contra determinado candidato nas eleições.

  25. GLÁU disse:

    Mais uma imoralidade, aceita e badalada …

  26. Shenia Garcia disse:

    Não acho nada antiético ou qualquer coisa. Se o povo é ignorante e se deixa influenciar por tudo, não é culpa de quem fala. Além do mais, o Sarney também poderia fazer um filme para tentar melhorar sua imagem. Será que as coisas são assim tão simples?

  27. Matheus Rodrigues disse:

    Tem que levar uma coisa em consideração: no Brasil há eleições de 2 em 2 anos. Se não fosse possível lançar um filme ou livro sobre um político entre uma eleição e outra, então me pergunto: quando seriam lançados?
    Tão sempre lançando livros, assim como fazendo reportagens falando mal dos políticos em geral e em especial do Lula (vide o “jornalista” Diogo Mainardi). Se é pra ser realmente ético, que sejam proibidos todos os lançamentos e publicações falando bem ou mal de qualquer político pelo menos um ano antes da eleição (afinal, pode ser campanha). Mas todo ano é ano anterior a alguma eleição, e aí quando as opiniões sobre os políticos seriam expostas?
    É claro que é mais interessante lançar o filme enquanto o Lula tá na Presidência do que em 2011 ou 2012, quando ele pode já ter se retirado da vida pública. Em 2011 e 2012, quem veria/leria?

  28. nilza souza disse:

    Não vejo como anti-etico tais lançamentos.
    Aliás, pergunto qual é o temor? Se cair no gosto popular é porque é bom mesmo.
    Quero muito ver o filme e ler o livro, pois admiro muito o dono da historia.

  29. Admiro muito qualquer vencedor, principalmente aqueles que vêem do nada, de condições subhumanas, que lutam, persistem e vencem. Lula é um vencedor! Sua história de vida é muito emocionante, serve de incentivo para muitos e deve ser divulgada sim. Anti-ético são os falsos moralistas do poder.

  30. Marta Domingues disse:

    Bom dia a todos.

    As críticas e os questinamentos sobre a figura pública de Lula e a adequação ética de se lançar filmes e livros sobre ele em anos eleitorais ou não (concordando que vivemos em constante estado eleitoral no Brasil) são mais uma forma de se por fogo nos debates pré-eleitorais, buscando apelo numa visão ética tão elástica quanto são as posições políticas dos partidos e da sociedade no Brasil. Assim, tudo aquilo que se tem como ético está baseado em visões limitadas sobre o papel do Estado, que deveria em tese ser “neutro” e estar à serviço da pólis – da população, mas na verdade sempre foi no Brasil um dos prinicipais mecanismos de acumulação de riquezas das elites, servindo para alavancar e engordar fortunas de empresas privadas nacionais e estrangeiras e das famílias tradicionais originadas muitas delas no período colonial. Quando me refiro ao Estado, me refiro aos três poderes.
    Dadas as normas legais constituídas historicamente por estas mesmas elites, chegamos ao paradoxo de vermos, hoje, o vazamento das provas do ENEM, (e o prejuízo ao erário público), nas dependências gráficas da família Frias, leia-se Folha de São Paulo, que venceu a licitação dos serviços de impressão e tinha responsabilidade contratual de preservar o sigilo.
    Assim, o que é ético passa a ser balizado apenas pelas aparências de uma sociedade que manipulae é manipulada pelos meios de comunicação – aliás, que tem a perversidade nacional de perpetuar uma verdadeira casta de famílias e empresas que detém os meios de comunicação de massa.
    A novidade real é que o governo Lula, e não apenas a pessoa do presidente, mas as pessoas comprometidas com um projeto de transformação social que atuam no governo e o apóiam; está dando voz aos sem voz. Por isto, os debates se acirram, as elites se colocam em marcha raivosa desde seu início – e Mainardi é o exemplo mais pirotécnico e patético de uma mídia marrom como a atual revista Veja, que repete bordões de péssimo gosto literário e ético à exaustão. Piada de mal gosto para uma elite ignorante e desinformada que busca manter seus privilégios de classe pretendendo “formar opiniões”
    A verdade é que o povo tem suas próprias opiniões e sempre teve, e agora pode se espelhar na estrutura política e se sentir representado numa sociedade que sempre o rechaçou.
    Por isto, a questão não é a etica de uma pseudo neutralidade política e de um comportamento de bom moço às vésperas da eleição. A questão é a disputa de projetos de sociedade que se acirra.
    Porque os privilegiados historicamente no Brasil, embora tenham obtido no governo Lula inúmeros benefícios econômicos – vide-se as taxas de lucros dos bancos, o aquecimento da economia, o crescimento da renda em todas as classes sociais – querem na verdade manter o controle politico que sempre tiveram, querem perpetuar sua supremacia ideológica, política e econômica à custa dos pobres, dos excluídos, única forma de garantir sua identidade social e individual. O ódio e a inveja de classe não parte dos excluídos, mas dos privilegiados que tentam á todo custo manter sua supremacia.
    No governo Lula, cuja ascensão á classe média contemplou milhões de pessoas, talvez possamos ver já no ano que vem, mais pessoas acessando cultura, indo ao cinema, lendo livros, utizando a Internet com mais criticidade. Talvez muitos destes irão ao cinema assistir ao filme sobre Lula – com o qual se identificam.
    Aos demais, fazer críticas vazias ancoradas numa ética sem concretude apenas confirma sua leviandade.
    Um abraço,
    Marta.

    • Francisco Lucien disse:

      Concordo plenamente com o comentário de Marta Domingues.
      Acrescento que na política nacional a ética sempre é relativizada, conforme os interesses dos que estão no poder. Ninguém é santo. Quem já esqueceu do governo FHC ? Foi um governo ético ?
      Esquecendo o lado político e ideológico, o homem Lula é um fenômeno. Um pau-de-arara paupérrimo, feio, nordestino, com grau de instrução médio, poderia chegar a ser presidente da república ? A lógica diz que não.
      O filme já é sucesso, aqui e no exterior. Basta ver que vários países já fizeram pedidos do filme. Até governantes de países do primeiro mundo estão encomendando o filme. Tenho certeza, que a elite, às escondidas, irão alugar o filme nas locadoras. O debate despertado já é um sintoma de sucesso.

  31. SULI THAIS disse:

    Santo de casa não faz milagres e não é reconhecido. Ainda bem que os outros povos e lideres mundiais não entendem nada de política e administração, assim podem literalmente babar por Lula não é mesmo?

  32. joél disse:

    não vejo nada de mal afinal ele não é candidato, e ate seria bom que todos os candidatos se posivel contasse a sua historia de vida assim poderiamos conhecer melhor cada um, não vi o filme nem o conteudo do livro ,mas se tiver oportunidade gostaria de ver, todos os brasileiros sabem do bom trabalho que o lula esta fasendo,em quanto nações ricas estão se batendo o brasil está crecendo,pouco mais está,criticar e por defeito é facil,agora comandar um pais gigante como o brasil cheio de corruptos e intereseiros podem crer não é mole,para um analfabeto como muitos disem olha esta indo muito bem ,melhor que muitos doutores formados,bom tem um ditado até um burro carregado de livros é doutor, sinceramente hoje eu estou começando a ter orgulho deste páis, e não sou sosinho, e deveriamos ter orgulho do nosso presidente pois apesar de homen simples tem sido muito macho e é o primeiro presidente do brasil a conversar de igual para igual com outros governantes de nações ricas e foi inclusive elogiado pela midia e jornais alemães na sua ultima visita,ridiculoseria ele contar uma historia diferente como que tivesse nasido em berso de ouro como muitos que o criticam contaram para suas namoradas ou amigos se disem o que não são,ele pelo contrario esta contando a sua realidade a sua vida como foi ,então não creio que a historia da vida do prasidente va ter alguma influencia,cada um é cada um e quem quiser subir no puleiro vai ter que mostrar quem ele foi quem ele é e para onde quer nos levar ja se foi o tempo de amarar cachorro com linguissa, o brasileiro hoje é mais informado e quem quiser ganhar vai ter que diser quem ele realmente é ,e faser alianças com lideres responsaveis e comprometidos com esta nação

    • Cicero Almeida disse:

      Realmente, você deve ter razão… Lula fez alianças com “líderes comprometidos” com esta nação. De acordo com seus argumentos, Sarney, Collor e Michel Temer são grandes “líderes” comprometidos com o Brasil, pois foi com estas pessoas que Lula fez alianças. O que falar de Sarney que levou o país à hiperinflação entre outras mazelas… Collor dispensa comentários e Michel Temer que praticamente cuspiu na proposta de lei popular assinada por milhões de brasileiros, onde tal projeto popular propõe que nenhum político poderá se candidatar caso tenha sido condenado por crimes em primeira instância, mas o grande “líder” Michel Temer disse que somente deve ser impedido a candidatura de pessoas condenadas em segunda instância, pois trata-se de um órgão colegiado… (não entendi por quê, pois qualquer servidor público precisa apresentar nada consta quanto a condenações por crimes de qualquer natureza e atos ilícitos contra a administração. Porque então somente os cargos eletivos têm este privilégio?)
      Podemos ver que estas pessoas são realmente “comprometidas” mas acho que não é com esta nação. O que dizer então de José Dirceu, o maior cacique petista…
      O brasileiro tem este complexo de inferioridade em relação a outras nações que realmente não tem sentido, mas em relação ao atual governo posso citar um episódio onde o presidente foi submisso aos desmandos de um populista chamado Evo Morales, tão submisso a ponto de trazer prejuízos à Petrobrás. Percebemos também a macheza dele na questão da China, achando que seria muito esperto em reconhecer o país oriental como economia de mercado e posteriormente tentar o apoio chinês ao almejado acento permanente no conselho se segurança da ONU. Entendo que estas atividades não podem estar na cabeça de uma só pessoa, pois todos sabemos que no nosso sistema político o presidente é a ponta do iceberg; quem governa mesmo é o consócio de forças política que elevou o partido ao poder. É este mesmo consórcio de correligionários e aliados políticos de Lula que vem conduzindo com competência questionável a política brasileira, interna e externa. Outros chefes de estado brasileiro, verdadeiros estadistas, atuaram em condições de igualdade na política externa brasileira, basta ler com cuidado a história. Mas fica a questão: De que adianta esta macheza, nariz em pé, arrogância, se no final acabar deixando o país passar por bobo frente às outras nações, com o foi o caso da presepada diplomática em Honduras, a malfadada diplomacia no caso Evo Morales, a rasteira chinesa e o tolo apoio ao presidente iraniano que em nada nos beneficia (talvez beneficie este consórcio… Quem sabe com alguma injeção financeira para a campanha que se avizinha… Convém invesitação posterior para saber a razão de tanta amizade com um sujeito que está doido para ingressar no clube atômico…)

  33. Martha disse:

    Eu acho muito bom lançar o livro”Lula i filho do Brasil”,não é antiético ,esse deve ser muito bom o lançamento do livro que fala do nosso presidente da república,devemos saber a sua história,o quanto ele sofreu para lutar por nosso país!!

  34. Egon Landgraf disse:

    Não é ético o lançamento de livros e ou filme sobre LULA, é no mínimo uma grande sujeira, principalmente em virtude das mentiras que o infeliz repete na TV. Pior lança como seu candidato uma assaltante de bancos e assassina.

  35. Talita disse:

    Antiético foi FHC vender o nosso país. Lula, você deixará o nosso Brasil respeitado em todo o mundo, sem dever ao FMI, com nossas diferenças sociais mais amenizadas…muito obrigada por tudo! É o POVO que o agradece! Usando um clichê: Lula, vc é o CARA!!

    • Léa disse:

      Dona Talita,
      Lula só fez o que fez graças à continuidade da política iniciada por FHC. Se ele tivesse querido bancar o sabido
      e “inventar a roda”, mudando o que FHC havia começado, aí sim veríamos a incompetência desse senhor.
      O que lhe valeu, também, foi um golpe de sorte por o mundo estar tão bem economicamente, o que favoreceu
      a economia brasileira. Quanto ao POVO, estariam talvez mais agradecidos se eles não tivessem se tornado
      tão dependentes da esmola dada, em lugar de lhe terem tirado a dignidade de ganharem a própria vida, graças
      a oportunidades reais. Se um dia, no futuro, faltar dinheiro suficiente para que a Bolsa Esmola continue a ser
      distribuida, aí sim, ele será execrado por esse mesmo POVO!

  36. O que me impressiona é que quem se posta contra o filme não acha antiética a campanha anti-Dilma que a Veja conduz nos últimos meses, ou anti-Lula nos últimos nove anos (desde que se abriu a possibilidade de ele ser eleito). Tais pessoas “éticas” não consideram antiético o livro de Mainard, ou os livros que o criticam com verbetes ou humor. Campanha contra pode, a favor é antiético.

    • Léa disse:

      Seu Amâncio,
      Acontece que os públicos são diferentes. O filme é feito especialmente para o público que não lê, a camada mais
      ignorante, recebedores do Bolsa Família, altamente influenciáveis, sem senso crítico, e que vêm em Lula um
      substituto do Padre Cícero, ou do próprio JC. Um filme como esse (não ví mas posso imaginar) deve influenciar,
      e muito, esse povo sofrido e carente, que se contenta com qualquer coisa que ganhe, seja uma dentadura, um
      boné, uma camiseta, e, principalmente uma Bolsa Esmola de, me parece, R$70,00!!!!!!!! Só que esse povo,
      usado e abusado, merecia ser tratado com mais dignidade. No fim, o que vejo em Lula é somente arrogância!

  37. Stela disse:

    Ético, moral…. Aonde mesmo tem sala de cinema nesse País??? Quem tem acesso?? Quem vai assitir ???Acho que muitas pessoas que postaram aqui não tem ideia com vive a maior parte da população brasileira …..Gente, muitos brasileiro não sabe nem que esse filme existe, outros não teram a menor possibilidade de assistir. Trabalho em uma região muito pobre do País e vejo diariamente uma população carente que hoje consegui comer, ter acesso a saúde e não fica mais só olhando para o cêu esperando a chuva para ter o que comer . Bolsa familia, BPC, aposentadoria para trabalhador rural e pescador ….Será que não tava na hora de outros brasileiros também serem beneficiados??? Ensine a pescar, não dê o peixe, mas pescar aonde mesmo??? O pobre trabalha e na sua maioria não é recompensado por isso. Enquanto ao Lula tenho adimiração e criticas, como tenho a nos brasileiro que esperamos apenas nas figuras dos politicos para fazer algo pelo País. E vocês já fizeram algo para mudar a realidade ao seu lado?? Já pensou em alfabetizar, falar sobre cidadania a alguem proximo de você. Pense nisso!!

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