(Vídeo: Reportagem – Júlio Honaiser; Câmera – Romulo Pontes; Edição – Douglas Duarte)
Dar com os burros n’água, meter os pés pelas mãos e comer o pão que o diabo amassou. Já parou para pensar na origem dessas expressões? Pois o jornalista e escritor Humberto Werneck parou e pensou e reuniu 4.500 delas no livro O pai dos burros, que se transformou num sucesso de vendas por apresentar de forma divertida os lugares-comuns a que a gente recorre para se expressar no dia-a-dia. No vídeo acima, gravado na Bienal do Livro, no Riocentro, Werneck pergunta a três visitantes a origem dessas frases. A melhor explicação ganhou um exemplar autografado.
Como o próprio Werneck diz, clichês e lugares-comuns podem ser irritantes, então decidimos perguntar a você: Qual é o clichê ou lugar-comum mais irritante que você conhece e por quê? Basta responder a pergunta em um comentário deste post e você estará automaticamente concorrendo a um exemplar de O pai dos burros, que daremos à melhor resposta. Pense bem e mande sua resposta até a meia-noite do dia 24 de setembro, quinta-feira.
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Clube do Livro com Eduardo Spohr - Semana 5 #PRORROGADO!
Clube do Livro com Eduardo Spohr - Quarta e Última Semana
Clube do Livro com Eduardo Spohr - Terceira Semana
Um que eu já não aguento mais: “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”.
É a expressão mais “nonsense” que eu já ouvi.
É tão simples dizer “uma coisa não tem nada a ver com a outra”.
Geralmente usado por quem perdeu a razão do que estava falando e tenta ganhar tempo para raciocinar.
A expressão é” Tubamos”,utilizada quando diz que foi para algum lugar com rapidez.
Por que não usar “Fomos o mais rápido possivél” é muito melhor.
Do Oiapoque ao Chuí (literalmente), tudo é clichê.
A expressão “deitado eternamente em berço explêndido” (da letra irritantemente parnasiana do Hino Nacional dos Brasís…), pois reforçou e amplificou um clichê bastardo: “somos um povinho eternemente colonizado e feliz a viver no paraíso”. O cacete, cara-pálida!!!
Qual é o clichê ou lugar-comum mais irritante que você conhece e por quê?
é Pavê ou pra Comê.
Seguro morreu de velho.
alegria de pobre dura pouco,
“É pobre mas é limpinho” para mim é um dos mais irritantes, carrega um preconceito absurdo querendo demonstrar humildade
Outro na mesma linha é “Bom te ver”, pois normalmente é falado por alguém que você nem gostou de encontrar…
Ai, odeio o clichê “quem não te conhece que te compre”! E desde quando você vai comprar uma coisa que você não conhece. E pior, comprar uma pessoa?? Ah, não, não rola…
Eu odeio o clichê ” desculpe qualquer coisa” Quando você vai na casa de uma pessoa e na hora da despedida o dono da casa vira e fala do nada…. desculpe qualquer coisa!!!! Se ele não sabe o que nem se fez, pra que pedir desculpas??????? Não dá…
O clichê mais irritante que conheço é: “um beijo no coração”.
Imagino logo uma cirurgia a peito aberto, cruzes! deixa meu coração quietinho!
Só pra registrar mais um clichê: problema crônico!
Uma ” expressão popular ” usada de forma “inocente” por uma população mestiça, que demostra assim um preconceito racial enraizado nas suas culturas, não tenho ouvido com frequencia ultimamente, mas que infelizmente já ouvi de pessoas negras e brancas, como forma de elogio.
” é um preto de alma branca”
Os clichês mais irritantes, na minha opinião, são aqueles mais “contemporâneos”, que começaram a surgir nessa década, com mensagens otimistas que raramente se aplicam a nossa vida real.
Um clichê que, na minha opinião, é extremamente irritante é o tal do “Não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje”!
Ora, se você levar em conta que hoje o dia-a-dia de todo cidadão é praticamente composto de trabalho e cansaço.. Por que iríamos querer ainda mais trabalho??
Não, não! Nossa vida é corrida demais para seguir esses clichês!
Prefiro utilizar o meu próprio “Deixe para amanhã o que pode ser feito amanhã, pois hoje você já está entulhado de trabalho!” rsrsrs
Espero que tenham gostado!
Qual é o clichê ou lugar-comum mais irritante que você conhece e por quê?
“O jeitinho brasileiro”
Além de ser clichê, tem coisa mais pejorativa prum povo? A vá catar coquinhos.
Até que não considero pessimos clichês:
“Minha vida é essa subi bahia e decer floresta” ( Se é que esse é um clichê)
“Quem tem boca vai a Roma” (Pior que é verdade… rs)
“COLHER FLORES NA PRIMAVERA DA VIDA”
Tem coisa mais pior? Se parar pra pensar, tem algo que se aproxima no quesito “clichê de dar arrepios”. Quem nunca ouviu: “DAR O PONTAPÉ INICIAL” ?
O pior é “a nível de”, que usam por aí sem parcimônia…
O pão que o diabo amassou, pois que eu saiba o diabo não tem poder pra criar nada, nem mesmo pão, quanto mais amassá-lo.É um clichê dos mais idiotas e sem nexo por atribuir poder a uma criatura como o diabo. E pior ainda é comer o tal pão dele, que absurdo, pobre é de quem teve a “genialidade” de criar um clichê estúpido desse.
Eu não aguento “resgatar a auto-estima”, depõem severamente contra quem usa a expressão…
Não aponte pra estrela se não nasce ruga ¬¬
e várias outras coisas que as Mães contam
Ai, não tem nada pior que o “a nível de”. A nível de que, pelamordedeus?
Não me agrada aquele: ‘Vamo q Vamo’. Soa que a pessoa ou está com pressa, ou nem um pouco interessada em progredir.
Não há nada mais desafiador da cognição brasileira do que a simples expressão:
” Ele ficou de ponta-cabeça”
Alguem já parou para refletir sobre o que vem a ser literalmente ponta-cabeça!?
Desafiador!
” Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”….Afffffffff
Qual é o clichê ou lugar-comum mais irritante que você conhece e por quê?
“Vazou na Braquiária” e/ou “Picou a mula” que tem o mesmo sentido.
O primeiro , com o termo “VAZA” nesse sentido querendo dizer – correr, ou seja, correu na braquiária, só que se pararmos para pensar tem dois sentidos (correr e derramar) por isso imagine quem não entende e imagina que o “Cara derramou algo no capim chamado braquiária” O segundo “picou a mula” um clichê designado para quem foge de um local, Se o “Cara” estava com pressa ao invés de picar a mula deveria montar ‘na mula’ e não ‘picar’ por isso acho estes os piores…
“Dar nó em gota d”água”. “Pegar pra Cristo”. “Pé rapado”. Cair na farra. Vamos pra gandaia.
“de morro” ( de graça), 0800 (de graça),
Frases;
Banco não tem banco.
Quem gosta de velhinho é azilo.
A minissaia é como o arame farpado, proteje a propriedade mas não atrapalha e visibilidade (Manoel)
Pobre é como arame farpado, quando não está enrolado, está esticado.
Abraços.
Manoel
Além de irritante, considero também na linha da redundância ignorante o ” CADA UM É UM…” Afinal, indivíduo e subjetividade já dizem sobre a impossibilidade da equidade entre os seres.
O clichê mais idiota é “Jesus apaga a luz”. A única coisa que presta nele é a rima, porque não faz sentido nenhum!! Afinal, a expressão é usada numa situação de desânimo, e o que ela pressupõe é que, para piorar, o socorro não vem. Aliás, usar “só Jesus salva” quando acabamos de perder um arquivo no computador também é uma baita cretinice… A resposta a essas coisas não tem como ser muito polida. Na verdade o bom clichê tem o condão de passar batido. Os piores, esses costumam causar irritação e respostas ásperas, mas, em casos de escritores geniais, rendem pérolas: por exemplo, “toda unanimidade é burra”…
“Feliz Natal e próspero ano novo”. Isso me deprime, que falta de criatividade…
Estes dois estao no “Codigo Da Vinci” e eu me retorcia de odio cada vez que dava de cara com eles:
“girou sobre os calcanhares”
e
“deu de ombros”.
Tremo so de escreve-los.
Afinal, qual foi o resultado?
Oi Fer, o vencedor foi Gabriel Bastos, com a expressão “Coisa de primeiro mundo”, conforme anunciado neste post: http://olivreiro.com.br/blog/2009-09-25-humberto-werneck-escolhe-ganhador-do-pai-dos-burros. Abraço!
rapadura é doce, mais mnão é mole não\
Não gosto do “a gente ganha pouco mais se diverte”. Me parece muito conformista
pau que nasce torto morre torto , bem preconceituoso
Vai num pé e volte no outro!!!
Rápido que nem um foguete!!
Os clichês mais irritantes (cretinos) são aqueles quando estão jogando baralho ou bingo:
Dois patinhos na lagoa: 22
Um atrás do outro: 11
Tanto faz: 69
A vez é sempre de quem pergunta