| Será que a popularização dos e-readers é boa para o planeta Terra? Se tomarmos como parâmetro a pesquisa The environmental impact of Amazon´s Kindle (”O impacto ambiental do Kindle da Amazon”) feita pelo Cleantech Group, pode apostar que sim. De acordo com o estudo, cada e-book reader tem o potencial de substituir a aquisição de 22.5 livros físicos por ano, o que significa uma economia estimada de 186kg de CO2 por ano.
Considerando o número de e-reader vendidos entre 2009 e 2012 nos Estados Unidos, o relatório conclui que haverá uma economia de 9,9 bilhões/Kg de CO2, que seriam emitidos se o gadget não tivesse sido inventado, como mostra o site Earth 2 Tech. A lógica da força ambiental que o Kindle pode desempenhar é, portanto, uma consequência dessa substituição, de acordo com a autora do relatório, Emma Ritch, que define a indústria de editoração de livros, jornais e revistas como uma das mais poluentes do mundo. Isso sem contar na redução da necessidade de transporte das publicações, outro ponto defendido por Emma. Mas a reportagem do The Christian Science Monitor lança a pergunta: se cada e-reader substitui cerca de 22.5 livros físicos, qual o futuro das livrarias de bairro? O Livreiro vai além: qual será o impacto ambiental do processo de fabricação do e-reader, composto basicamente por metais? A pensar. |
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